Pescadoras do mundo: as muitas faces femininas dos trabalhos na Pangea
Quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pescadoras do mundo: as muitas faces femininas dos trabalhos na Pangea

A natureza hoje me pareceu feminina.

Ao menos na acepção que me veio à mente, ela está com a maternidade entranhada em sua existência. Fitei-a e a vi guerreira, produtiva e reprodutiva.

Seres coletores, caçadores e pescadores deram seus primeiros passos com o auxílio da mãe terra, que protegeu, alimentou e ensinou.

E, em matéria de ensino e aprendizagem, a leitura sobre as gigantes castanheiras e as mulheres gigantes que permanecem “à beira da rodovia, todos os dias, esperando os viajantes, ofertando seus produtos, para garantir renda, sustento, respeito e dignidade”[i], suleou[ii] minha memória: quão somos destacadas nós mulheres nas lições de integração à paisagem.

Somos expertas em extrair o sustento através de ações familiares e coletivas e, em regra, garantimos o equilíbrio dinâmico daquele meio de sobrevivência, para que ele se perpetue, cresça e, quando necessário, seja o nosso refúgio, a nossa morada.

Com isso não me demoro em enfrentar estereótipos de associação do masculino ao produtivo e do feminino ao reprodutivo,[iii] mas dirijo a reflexão ao estado de coisas quando éramos seres em harmonia com produção e reprodução, sem que o capital distinguisse esses aspectos com o propósito de subjugar o segundo ao primeiro.

Ainda atenta aos desdobramentos amazônicos da BR-146 das castanheiras, perco-me na floresta e sigo ao nascedouro da brisa marítima que me atrai. Naquele litoral da linha do equador e embarcada nos mais variados fluxos de solo e terra em transição, sob as lamas dos biomas de mangue, estavam pescadoras, marisqueiras, mariscadeiras, mercadoras de ostras, caçadoras de caranguejos, mulheres do mundo que teciam, mesmo sem saber, muitos elos dessa cadeia de sororidade[iv] a me mover.

Carregando as bússolas, verifiquei nos mapas eurocêntricos de vegetação onde estariam essas trabalhadoras da água que, assim como as da floresta, garantiam alimento e vida a muitos e muitas que delas dependiam. As costas ameríndias, africanas, asiáticas e australianas, todas elas, eram indiciárias de que teríamos muita vida feminina pela frente nesses pontos de contato de terra e água[v]:

Em rota de aproximação, chego ao Pará e lá encontro a Mãe Grande de Curuça.[vi] Vejo uma das filhas da Pangea na coleta o molusco sarnambi, [vii] garantindo a um só tempo a dieta proteica da comunidade e a ampliação de consumo a espécies economicamente menos valorizadas no mercado:

O sul da deriva que orienta essa nau pretende me deslocar rapidamente ao Nordeste brasileiro, cujas imagens, ao que lembro, são familiares. Entretanto, um fluxo curioso de África me remete por alguns instantes às áreas da América Central.

Revisito a plantação.[viii] Ela tomou lugar em diversas paragens do mundo e, desde os séculos XV e XVI, fomentou a globalização do trabalho forçado e do tráfico de trabalhadoras e trabalhadores nas várias rotas e fluxos terrestres e marítimos. Expandida a plantação, levou consigo braços africanos, asiáticos[ix], ameríndios, dentre muitos outros, que forçadamente se distenderam e ainda hoje se distendem em muitas diásporas[x]:

Mas assim como havia em suas terras de origem, essas pessoas chegaram a lugares onde reencontram mangue, lama e vida.[xi] Poderiam encontrar refúgio e liberdade nesses estomas. Foi assim que encontrei Flora. Ela me deslumbrou nas paragens do Equador.

Flora Gomez diz que “o oceano oferece bastante peixe e camarão para que todos comam e os sistemas de coleta de águas pluviais na cobertura nos proporcionam o suficiente para beber”.[xii] Alimenta sua família e o pouco excedente lhe serve para vender e comprar gêneros que atendam outras necessidades.

Há mais de 20 anos adentra manguezais, enfia seus braços até a altura dos cotovelos na lama que devolve vida.

Riso de Flora ancora e realimenta minha nau:

Flora.

Ela me devolve à vida nordestina, onde Rosas e Marias trabalham no mesmo ofício. Marisqueiras de Luiz Correia, Piauí, somam mais de 50 associadas, sob o comando da presidenta Maria de Fátima.[xiii] Em Mossoró, Rio Grande do Norte, Terezinha de Jesus sempre desempenhou o mesmo ofício e agora, aos 84 anos, foi esculpida às margens da BR 304.[xiv] Mesmo depois de tantos anos, resistem Terezinha e seu ofício:

Ao longo de toda costa oriental brasileira posso seguir as rotas de mulheres que repassam de geração em geração essa labuta. Trabalho que, se nos liberta, também nos oprime. Restamos invisíveis sob a lama e cheias das dores do eito, que apenas há poucos anos gera alguma produção científica em matéria de medicina e segurança do trabalho, como foi o caso da publicação de 2014 organizada por Vera Martins e publicada pela UFBA, Sofrimento negligenciado: doenças do trabalho em marisqueiras e pescadores.[xv]

Mas a invisibilidade cede lugar às muitas que somos. Estamos espalhadas em costas orientais e ocidentais de muitos continentes. África, Índia, Malásia, Vietnam, Ilhas Fiji e tantas outras rhizophoras como pontos esparsos de contato visual que nos reconectam em muitos outros locais de sobrevivência e reforçam nossos elos de sororidade na Pangea:

Gâmbia, África ocidental.[xvi]

Madagascar, África oriental.[xvii]

Goa, Índia ocidental.[xviii]

Karankadu, Índia oriental.[xix]

Penang, Malásia.[xx]

Hoa Lu, Vietnam[xxi]

Mali, Ilhas Fiji.[xxii]

Volto a América do Sul, circulando em cabotagem do ocidente ao oriente dessa parcela do continente americano e ancoro no litoral de Santa Catarina. Encontro visibilidade de pescadoras, seja em terra, seja ao mar.

Rose Mary Gerber, pesquisadora da UFSC que a elas deu voz, revela tanto as pescadoras que atuam em terra, como as coletoras e as que trabalham embarcadas. A divisão do trabalho dessas mulheres é coordenada e pactuada entre os membros da família. Quando embarcadas, em grupos de homens e mulheres, seja o serviço pesado (chumbo) seja o leve (cortiça), é atributo igualmente dividido e compartilhado: “Não há diferença entre o trabalho da mulher e do homem pescador. Eles contam que, na pesca embarcada, tem a parte do chumbo e da cortiça, que fazem parte da rede. O chumbo é a parte mais pesada e a cortiça é a mais leve. O trabalho é dividido por igual, quem estiver mais próximo do chumbo é quem irá puxar, seja o homem ou a mulher”.[xxiii]

Vejo que nosso emaranhado na Pangea é feminino e mundial. É brasiliano, dos tupinambás aos carijós, num intervalo aberto de muitas lutas e muitas outras tribos e populações.

Lanço as âncoras ao mar atlântico. Volto a Pernambuco, certa de que toda chegada reflete um novo começo. Resolvo olhar para trás.

No Diário de Pernambuco, nos anos 1850 e seguintes, registros de outras Marias, a do Cajueiro e as de outras paisagens Ignácias[xxiv]. Muitas Floras, muitas Rosas, muitas de nós.[xxv]

Estávamos na seção “Escravos Fugidos” das várias edições naqueles anos. Além de mulheres, éramos muito faladeiras, possuíamos costuras na pele – geralmente nos punhos e nos seios – e costumávamos fugir aos mangues e alagados com o propósito de sobrevivermos da pesca mariscos:

(…) Em dias de março fugio também uma preta, conhecida por Maria Cajueira, de 40 annos, baixa, cara redonda; he muito faladeira; tem sido vista, algumas vezes por S. Amaro tirando marisco. (…)[xxvi]

(…) O mesmo aviso se faz de outra escrava, pertencente ao mesmo dono, e que fugio no meiado de setembro proximo passado, de nome Maria, de nação Calabá, de 50 annos, baixa de corpo, bem preta; tem a bocca meia torta de tomar cachimbo, peitos pequenos e cahidos; tem uma costura em cima do peito direito; he muito falladeira, voz grossa, braços e pernas meias foveiras; levou vestido de chita encarnada de ramos; quando foge costuma ir tirar marisco, por ser mariscadeira (…)[xxvii]

No dia 14 do corrente mez de julho desapareceu do sitio do Cortume, indo tirar marisco, uma preta de nome Ignacia, levando vestido de chita miúda, uma canastra e ferro de tirar marisco; terá 35 annos, he baixa e muito faladora; quem a pegar, pode entregar no aterro da Boa-Vista, casa do Sr. Francisco Pires, que será generosamente recompensado.[xxviii]

Desembarco em riso e flora. Mais um elo de sororidade se expande e sinto-me pronta para novas expedições. Pangea ontem, hoje e sempre.

As plantações seguem reinventadas. Novas formas de exploração ganham ares de legalidade[xxix] no Brasil e no mundo.[xxx]

Terra e água seguem ameaçadas, vendidas e não demarcadas, mas somos todas castanheiras, somos todas pescadoras, todas somos a soma de mulheres rhizophoras guerreiras!

Dona Leu, bairro do Pina em Recife, Pernambuco, Brasil. [xxxi]

Renata Nóbrega é membra da AJD (Associação Juízes para a Democracia) e juíza do trabalho no TRT da 6ª Região. Foi agente de polícia, delegada e serventuária da justiça federal. Curiosa e precisando de poucas horas de sono para viver, vai deixar para dormir quando morrer. É casada com uma mulher que adora dormir. Mestranda em História Social pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Percebe que o capital rotula, pintando peles de cores e apelidando sexos de frágeis, mas acredita na paleta viva do arco-íris e na força da luta nada frágil do feminismo revolucionário para rearranjar a estrutura dinâmica de gênero e classe.

Compõe a coluna Sororidade em Pauta em conjunto com as magistradas Célia Regina Ody Benardes, Daniela Valle da Rocha Müller, Elinay Melo, Fernanda Orsomarzo, Gabriela Lenz de Lacerda, Juliana Castello Branco, Laura Rodrigues Benda, Patrícia Maeda, Rose Taveira e Nubia Guedes.

[i] Por Núbia Guedes, Respeito e luta: um olhar sobre as trabalhadoras dos Castanhais na região do Vale do rio Jari, acessível em http://www.justificando.com/2017/09/20/respeito-e-luta-um-olhar-sobre-as-trabalhadoras-dos-castanhais-na-regiao-do-vale-do-rio-jari/

[ii] Utilizou-se o verbo ‘sulear’, que se encontra em Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido, de Paulo Freire, na variante “suleá-los” (sulear a eles), contendo nota explicativa de Ana Maria Araújo Freire, nos seguintes termos: “Paulo Freire usou esse termo que na realidade não consta dos dicionários da língua portuguesa, chamando a atenção dos(as) leitores(as) para a conotação ideológica dos termos nortear, norteá-lo, nortear-se, orientação, orientar-se e outras derivações. Norte é Primeiro Mundo. Norte está em cima, na parte superior, assim Norte deixa “escorrer” o conhecimento que nós do hemisfério Sul “engolimos sem conferir com o contexto local” (cf. Marcio D’Olme Campos, “A arte de sulear-se”, in Teresa Scheiner, (org.), Interação museu-comunidade pela educação ambiental, manual de apoio ao curso de extensão universitária. Rio de Janeiro: Uni-Rio/Tacnet Cultural, 1991). Quem primeiro alertou Freire sobre a ideologia implícita em tais vocábulos, marcando as diferenças de níveis de “civilização” e de “cultura”, bem ao gosto positivista, entre o hemisfério Norte e o Sul, entre o “criador” e o “imitador” foi o físico supracitado — Marcio Campos —, atualmente dedicado à etnociência, à etnoastronomia e à educação ambiental” (FREIRE, Paulo Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997, p. 112-3). Dentre os artigos de Marcio D’olme Campos, autor referido por Paulo Freire (nos agradecimentos da obra) e Ana Maria Araújo Freire (notas explicativas), há interessante estudo crítico sobre o uso equivocado da expressão ‘nortear’ no caso de se estar no hemisfério sul, uma vez que a estrela Polaris ou do Norte só é vista do hemisfério norte, onde não se vê, em contrapartida, o Cruzeiro do Sul (CAMPOS, M. D. Sulear vs. Nortear: representações e apropriações do espaço entre emoção, empiria e ideologia. in: Série Documenta. Ano VI, n.8. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. p. 41-70).

[iii] Sobre a questão, dissertação de Marcella Cristina Ever de Almeida, O lugar da mulher na apropriação e uso dos recursos naturais e nas atividades produtivas em Caratateua, Bragança, Pará, Brasil, 2012, acessível em http://www.ufpa.br/lama/pub/mestrado/Marcella.pdf

[iv] O que é sororidade e porque precisamos falar sobre?, acessível em http://www.justificando.com/2016/06/02/o-que-e-sororidade-e-por-que-precisamos-falar-sobre/

[v] Sobre espaços de sobrevivência e reconhecimento de biomas de sobrevivência dos trabalhadores deportados para o Brasil de África no século XIX, com ênfase em trabalhadores da construção de ferrovias, apresentei comunicação científica em julho de 2017 no encontro Nacional da ANPUH, em Brasília: “Laboring landscapes” a partir das janelas do trem: diálogos com Thomas Rogers e Arthur Soffiati. Ali foram utilizados mapas relativos aos manguezais no mundo e às plantações de cana de açúcar, imagens reproduzidas da rede mundial de computadores. Resumo acessível em http://www.snh2017.anpuh.org/simposio/view?ID_SIMPOSIO=80&impressao

[vi] Sobre a Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande de Curuçá-PA e o mercado de trabalho de mulheres naquele local, a publicação do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, Mulher e mercado: participação e conhecimentos femininos na inserção de novas espécies de pescado no mercado e na dieta alimentar dos pescadores da RESEX Mãe Grande em Curuçá (PA), 2016, acessível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81222016000300601

[vii] Atividade de extração do molusco sarnambi (Protothaca pectorina, Lamarck, 1818). Foto: Marllen Palheta, 2012. Acessível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81222016000300601

[viii]   Em relação ao termo ‘plantação’ na condição de correlato à ‘plantation’, Christine Rufino Dabat, responsável pela tradução do artigo de Sidney Mintz que categorizou a expressão, esclareceu que “o autor autorizou a utilização da palavra ‘plantação’ para ‘plantation’ por terem ambos os termos amplitudes semânticas similares” (DABAT, Christine Rufino. Moradores de engenho. Estudo sobre as relações de trabalho e condições de vida dos trabalhadores rurais na zona canavieira de Pernambuco, segundo a literatura, a academia e os próprios atores sociais. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2012, p. 415, n. 706). Destaque-se que a categorização do termo plantation foi elaborada por Sidney Mintz e Eric Wolf, no artigo Fazendas e Plantações na Meso-América e nas Antilhas, publicado pela primeira vez em 1957 e traduzido no Brasil em 2010, na coletânea O poder amargo do açúcar: produtores escravizados, consumidores proletarizados, organizada e traduzida por Christine Rufino Dabat e publicada pela Editora Universitária da UFPE.

[ix] Sobre trabalhadores chineses no mundo no século XIX ver PERES, Victor Hugo Luna. Os trabalhadores chineses do açúcar: dos dois milênios de produção em regime de economia familiar às ‘plantations’ caribenhas. Recife: Departamento de História da UFPE, 2009.

[x] Conforme citação anterior, mapas relativos aos manguezais no mundo e às plantações de cana de açúcar são imagens reproduzidas da rede mundial de computadores.

[xi] Sobre usos econômicos do manguezal em Recife, dentre outros trabalhos da pesquisadora Isabella Puente de Andrade, Os usos econômicos do manguezal no Recife: entre o extrativismo vegetal e animal (1890-1930), 2017, UFPE.

[xii] Imagem e texto com tradução livre a partir de https://www.heifer.org/join-the-conversation/magazine/2014/fall/defending-mangroves.html

[xiii] Sobre as marisqueiras de Luiz Correia, ver http://marisqueirasdopiaui.blogspot.com.br/

[xiv] Além da escultura em maio de 2017, a pescadora já tinha sido a personagem do documentário Terezinha de Jesus, filmado em 2015 e exibido no Canal Futura. Para saber mais, ver https://assecom.ufersa.edu.br/2015/07/24/terezinha-de-jesus-e-exibido-em-porto-do-mangue-e-recebe-regravacao-pelo-curtas-universitarios-do-canal-futura/

[xv] Antes disso, em 2012, a FUNDACENTRO o vídeo Saúde e Segurança no Trabalho das Pescadoras Marisqueiras, que aborda os riscos e a atividade dessas trabalhadoras, que com seus barcos e apetrechos, retiram dos rios e mangues o seu sustento, no intuito de ensinar estratégias de prevenção das doenças relacionadas à atividade, como foto proteção adequada, alongamentos, pausas e posturas no desenvolvimento do trabalho, conforme se vê em https://www.youtube.com/watch?v=8worR_7leAY

[xvi] Reprodução de http://www.rivergambiaexpedition.com/

[xvii] Reprodução de http://oceana.org/blog/vital-invisible-how-subsistence-fisherwomen-around-world-feed-their-families

[xviii] Reprodução de https://timesofindia.indiatimes.com/home/sunday-times/deep-focus/Konkan-fisherwomen-make-sustainable-profitable/articleshow/50155293.cms

[xix] Reprodução de https://www.iucn.org/content/mangrove-restoration-project-empowers-indian-fisherfolk-community

[xx] Reprodução de http://www.thestar.com.my/news/nation/2013/10/07/elderly-couple-eke-out-a-living-with-mud-crabs/

[xxi] Reprodução de http://www.learnnc.org/lp/multimedia/1899

[xxii] Reprodução de http://www.fishforward.eu/en/meet-mita/

[xxiii] Entrevista da pesquisadora acessível em http://noticias.ufsc.br/2013/06/pesquisa-de-doutorado-na-ufsc-da-visibilidade-as-mulheres-pescadoras/

[xxiv] Etimologicamente, as nascidas do fogo.

[xxv] Arquivos do Diario de Pernambuco que circularam no século XIX disponível na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, acessíveis em http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/, de onde foram extraídos os textos aqui reproduzidos.

[xxvi] Diario de Pernambuco, edição n. 96, 29 de abril de 1850, p. 4.

[xxvii] Diario de Pernambuco, edição n. 228, 9 de outubro de 1850, p. 4.

[xxviii] Diario de Pernambuco, edição n. 159, 19 de julho de 1853, p. 3.

[xxix] Encontra-se em vacatio legis até novembro de 2017 a norma de número 13.467, de 13 de julho de 2017, com a qual se pretende reformar as regras das relações trabalhistas no Brasil. Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos.

[xxx] Reformas polêmicas em leis trabalhistas estão em andamento, a exemplo da França. Sobre isso, dentre outros, https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/31/internacional/1504172887_983395.html

[xxxi] Reprodução de http://sosriosdobrasil.blogspot.com.br/2012/06/conheca-leu-marisqueira-da-bacia-do.html.

Quarta-feira, 11 de outubro de 2017
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