OAB-RJ realiza evento em favor da liberdade de expressão de magistrados
Quarta-feira, 22 de novembro de 2017

OAB-RJ realiza evento em favor da liberdade de expressão de magistrados

Foto: Reprodução/OAB

O Centro de Documentação e Pesquisa (CDP) da OAB-RJ promove, na próxima quinta-feira (23), a partir das 18h, o seminário Liberdade de expressão: chega de mordaça para juízes. 

O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e a Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF) apoiam a atividade, que acontecerá no Salão Nobre Antônio Modesto da Silveira, que fica na Avenida Marechal Câmara, 150, 9º andar, no Centro do Rio de Janeiro.

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A mesa de abertura terá a presença do tesoureiro e presidente da Comissão de Prerrogativas da Ordem, Luciano Bandeira; do diretor do CDP, Aderson Bussinger; da vice-presidente do IAB e presidente da Comissão Especial de Direito Sindical da OAB/RJ, Rita Cortez; e da professora da Faculdade de Direito da UFF Wanise Cabral Silva.

Para debater o tema foram convidados o professor da Uerj e procurador de Justiça aposentado Afrânio Silva Jardim; o professor da Faculdade Nacional de Direito (UFRJ) e desembargador aposentado e colunista do Justificando, Geraldo Prado; o diretor cultural e membro da Comissão de Direito Penal do IAB, João Carlos Castellar; e a professora da Faculdade Nacional de Direito (UFRJ) Luciana Boiteux.

Os Quatro de Copacabana

O evento acontece semanas após o CNJ decidir abrir investigação contra quatro juízes que fizeram uma fala em um ato do Furacão 2000, na praia de Copacabana, contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT). São os magistrados: André Nicolitt, Cristiana Cordeiro, Rubens Casara e Simone Nacif.

Ao Justificando, a professora e pesquisadora do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Cristina Buarque de Hollanda, afirmou que “embora distintos nas suas compreensões sobre democracia e política, os manifestantes dos dois lados do espectro político não se identificam, em sua maioria, como partícipes de partido político. Como assegura Mara Telles, ‘há um sentimento anti-partidário bastante forte entre manifestantes’. A associação estrita, redutora e automática entre manifestação política e ato partidário desafia o conhecimento produzido sobre a conjuntura e os operadores da política no Brasil contemporâneo”.

Com informações da assessoria da OAB.

Quarta-feira, 22 de novembro de 2017
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