Uma leitura particular da mediação em Luis Alberto Warat
Sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Uma leitura particular da mediação em Luis Alberto Warat

Foto: Fotos Públicas

Esta é uma leitura particular, pois baseada em um encontro. E desse encontro surgiu uma leitura específica sobre a mediação de conflitos na obra de Luis Alberto Warat.

Conheci Warat em 2007 e foi ele quem me fez ver que haveria lugar para mim no Direito. Warat era um professor afetivo, que fazia seus alunos se sentirem especiais. Da nossa amizade, surgiu um projeto de Blog[1], o “blogue bilingue”, que levava seu nome, em que trazíamos principalmente conteúdo de Direito e Arte. Depois, o blog cresceu e passou a se chamar “Casa Warat”, sendo administrado por outros alunos e amigos.

Warat partiu em 2010 e desde então, todos nós, seus amigos, sentimos “saudade do futuro” que aliviamos quando acessamos seu legado ao Direito Brasileiro, disponível em obras jurídicas.


Leia outros artigos sobre o tema:

Programa piloto de conciliação e mediação de conflitos é instituído no serviço público de SP – leia a entrevista

Sobre a audiência de conciliação ou mediação no Novo CPC: questões ainda não resolvidas

São Paulo instala primeira câmara privada de mediação e conciliação


Ingressei no mestrado em 2016 e resolvi estudar educação jurídica, mais especificamente a proposta waratiana para o ensino do Direito. Mas acabei reencontrando “outro” Warat após a sua morte, com a mediação. Por algum motivo, a mediação me escolheu e eu aceitei o desafio. Sobre o tema, escrevi um livro com uma amiga[2] e depois da dissertação do Mestrado[3], reuni tudo de mais precioso que encontrei sobre ele. Seu pensamento não é de fácil sistematização. Fui seguindo suas pistas como em uma cartografia. Alguns insights vieram quando fui uma das revisoras do livro “Em nome do acordo: a medição no Direito”, que foi republicado em 2018[4]. Foi então que veio a ideia de um curso que batizei de “Mediação e Sensibilidade”[5], em que eu pudesse apresentar a minha leitura a respeito da obra de Warat. Uma leitura particular que fiz para aproximadamente 20 alunos em março de 2018 que, como eu, se interessam pela mediação waratiana.

Para compreender a proposta de Warat, antes é preciso entender que o autor pensava a mediação como a superação da cultura jurídica da modernidade, pautada no litígio e que tem como pretensão revelar a verdade descoberta por um juiz. Segundo ele, a mediação fundada na sensibilidade seria até agora a melhor fórmula encontrada para superar o imaginário do normativismo jurídico[6]. Trata-se de um encontro transformador entre pessoas conflitantes, que encontram por si mesmas respostas para suas diferenças.[7]

A mediação de conflitos para Warat está inserida dentro de um modelo de justiça que permite o desenrolar de uma dinâmica mais digna, solidária com o outro, em busca de um novo modo de convivência, um modelo em que os indivíduos possam sair do silêncio e recuperar sua voz.[8] Trata-se da justiça cidadã, concebida por Luis Alberto Warat como expressão de uma conduta ética, entendida como busca de alívio dos sofrimentos humanos[9].

A “Terapia do Amor Mediado” de Luis Alberto Warat não é propriamente um “modelo de mediação” ou “terapia”, mas uma forma de cultura e de entender a vida, que fala de amor. Assim como a medição transformativa, não tem como objetivo prioritário a realização de um acordo. A proposta waratiana é peculiar, preocupa-se mais com “a produção da diferença, em acolher o novo na temporalidade”[10].

Essa mediação, fundada na sensibilidade, conta com a figura de um mediador que auxilia as partes envolvidas a “desdramatizar seus conflitos” a fim de resgatar o que há de bom na relação. Por isso, Warat entende que o processo da mediação “não é uma técnica, nem uma filosofia ao modo tradicional; é uma forma de ver a vida que encontra o sentido na própria experiência[11]. O autor fala da mediação como uma forma de “cultura e de viver”.

No cenário mundial existem muitas escolas de mediação. Warat lembra que cada uma delas possui uma maneira de entender o conflito, uma forma de endereçá-lo e uma forma de atuação do mediador. Segundo ele, a corrente de orientação “acordista” considera o conflito como um problema que pode ser resolvido mediante um acordo entre as partes. Já a corrente “transformadora” percebe o conflito como uma oportunidade para que as partes melhorem sua qualidade de vida.[12]

Diferentemente de outros autores e escolas, que vêem o conflito como disputa de interesses, choque, oposição e situação de desprazer, Warat vê o conflito como uma forma de produzir com o outro a diferença (finalidade da mediação waratiana), uma oportunidade vital para que as partes melhorem em termos de qualidade de vida[13]. Na concepção de Warat, conflitos nunca desaparecem, se transformam.

Muito se questiona se a teoria do conflito deve ser estritamente jurídica, por envolver a necessidade de conjugação de vários saberes para além do Direito. Para Warat, é necessário introduzir uma teoria do conflito “mais psicológica que jurídica”, pois em sua percepção falta no Direito uma teoria do conflito que mostre como uma controvérsia pode ser entendida como uma forma de produzir com o outro a diferença[14].

Fala-se atualmente em mediação como técnica para resolver conflitos ou como forma de aproximar as partes por meio da comunicação. Mas Warat em sua obra vê muitos outros sentidos para a palavra mediação: “estratégia educativa de fuga da alienação” (ecopedagogia); “uma nova profissão” (mediador); “técnica jurídica de resolução de conflitos” (técnica); “proposta jurídica para superar o imaginário do normativismo jurídico” (teoria do direito); “processo psíquico de reconstrução simbólica” (“terapia do amor mediado”),  “forma de viver e de cultura” (cultura da paz[15]). Ele entendia a mediação como uma visão de mundo diferenciada na abordagem e no tratamento do conflito, que leva em consideração a sua complexidade[16].

A proposta da mediação waratiana tem como categoria importante a autonomia. Ela devolve ao cidadão a oportunidade de resolver seus próprios conflitos, depois de décadas em que foi forçado a crer que era melhor o Estado tomar as medidas decisivas sobre suas próprias situações de insatisfação.[17]

Trata-se de uma advertência contra a “infantilização”[18] em favor da formação de uma identidade autônoma[19], para que se assuma a vida adulta contra o Peter Pan interior que nunca quer crescer para não precisar tomar uma decisão e responsabilizar-se[20].

Warat via a alteridade como “forma radical de aceitação do outro como diferente”[21]. Trata-se de outra categoria de relevo em sua obra. Ela se faz presente quando utilizamos a reflexão a respeito dos nossos modos de viver e de conviver com o outro em sociedade, aceitando as diferenças como uma forma de produzir o novo. Sem o outro não há convivência, não há produção da diferença nem construção do novo. Sem o outro não há mediação possível.

Para Warat, o conflito é oportunidade de criar o novo, de crescer em termos de qualidade de vida. Segundo ele, viver nas diferenças é vital para que possamos conviver de forma democrática. Temos costumes diferentes, preferências afetivas diferentes uns dos outros. Contudo, a pedagogia tradicional tentou nos ensinar a persuadir e a vencer com os argumentos[22]. Esta pedagogia tradicional está retratada no processo judicial. Já a mediação aparece como proposta para uma mudança na direção da aceitação do outro e de suas diferenças. Em razão do aprendizado que ela pode acrescentar, Warat identifica o caráter pedagógico da mediação[23].

 

+[ASSINANDO O +MAIS JUSTIFICANDO VOCÊ TEM ACESSO À PANDORA E APOIA O JORNALISMO CRÍTICO E PROGRESSISTA]+

 

Durante a leitura dos textos de Warat me deparei com a seguinte pergunta: será que se ensina alguém a ser sensível? A mediação proposta por Warat parece considerar a sensibilidade como uma aptidão para aprender a demonstrar sentimentos. Digo isso porque não localizei em sua obra um conceito operacional a este respeito. Foi no dicionário que encontrei, dentre possíveis significados, um que se fosse mais adequado às ideias de Warat, que acreditava que a sensibilidade amorosa pode nos tributar uma revolução do pensamento.

A partir de um artigo escrito por Fernanda Busanello Ferreira e Candice Nunes Bertaso, que transcreveram um curso de mediação com Luis Alberto Warat e contribuíram sobremaneira para a academia brasileira, descobri outras pistas a respeito da sensibilidade: Warat teria ensinado que “não se pode aprender a ser sensível, mas tem-se que ajudar a aprender a amar. Ajudar as pessoas a serem sensíveis é ajudar a descobrir em si a própria sensibilidade[24].

Na obra de Luis Alberto Warat ele trabalha como características da mediação: “sensibilidade, compaixão, alteridade, contágio (afinidade eletivas) e diálogo”[25]. A partir do artigo mencionado, Ferreira e Bertaso elencaram outras “características” apresentadas no curso de Luis Alberto Warat, que teriam sido as seguintes: “(o convencimento é voluntário/sem coação); não adversária (não há ganhador ou vencedor); confidencial (sigilosa); [feita por] terceiro imparcial que facilita a comunicação; as partes compõem o conflito; rápida (comparada à Justiça Comum); econômica; informal, porém com estrutura (etapas); acento no futuro; fomenta (incentiva) a criatividade”[26].

Na obra “Ofício do mediador” o autor deu continuidade às ideias do livro “Em nome do Acordo: a mediação no Direito”. O livro não fornece muitas respostas de como fazer uma mediação apropriada ou de como deve ser o ofício do mediador na prática.

Em Warat não existe receitas. Para ele, o mediador auxilia as partes a decidirem sem impor critérios, não tem poder legal para decidir, não emprega a palavra para persuadir, mas tenta ajudar a solucionar a controvérsia ao esclarecer a posição e o grau de participação das partes no conflito[27].

Warat adverte que “a maioria das escolas de mediação estão preocupadas em produzir respostas prontas; formam um mediador ensinando-lhe a planejar como ajudar as partes a chegar a um acordo”[28]. Ele não vê isso com bons olhos, pois sua proposta leva em consideração o inesperado, que não pode ser desconsiderado. Não existe fórmula pronta para a realização de uma mediação, dizia Warat.

O mediador “trabalha para reconciliar interesses competitivos de dois adversários”[29]. Entra em cena para ajudar as partes a examinarem seus interesses e necessidades, de forma a negociar uma troca de promessas, com a definição de um relacionamento mutuamente satisfatório e que corresponda aos padrões de justiça de ambos os indivíduos[30].

No entendimento de Warat, “o papel que joga o mediador é o de psicoterapeuta dos vínculos conflitivos”[31], ou seja, seu trabalho é, em muitos pontos, similar ao do terapeuta, pois se espera do mediador uma escuta semelhante à do psicanalista (escuta mediadora).[32]

Contudo, ele não trata a escuta mediadora (escuta ativa para outros autores) como habilidade ou como ferramenta a ser empregada para mudar a postura das partes. Trata-se de uma categoria importante para a mediação waratiana, que aponta o poder dos detalhes: toda mediação, na esteira de Clarice Lispector, é feita de infinitos detalhes que tem que ser cuidados. Segundo ele, a mediação é como uma “flor do segredo”: evocando Almodóvar, diz o autor, que ninguém, por si, pode se aproximar da flor de seu segredo, mas precisamos de outro que nos aproxime[33].


Leia outros artigos sobre o tema:

Programa piloto de conciliação e mediação de conflitos é instituído no serviço público de SP – leia a entrevista

Sobre a audiência de conciliação ou mediação no Novo CPC: questões ainda não resolvidas

São Paulo instala primeira câmara privada de mediação e conciliação


Da leitura das obras de Warat, verifiquei alguns problemas e formulei algumas hipóteses:

Segundo Warat, o mediador ocupa um lugar de amor, é uma figura imparcial, sem poder decisório, ajuda na reconstrução simbólica: seu discurso é amoroso, poético. Ajuda as partes a eventualmente encontrar uma solução (transformação do conflito).[34]

Qual o ofício do mediador? Fazer a psicoterapia dos vínculos conflitivos, a psicoterapia do reencontro amoroso, transformando vínculos conflitivos em vínculos amorosos (Terapia do reencontro)[35].

O que é preciso para ser mediador? Em primeiro lugar: entender de gente[36].

Como se faz um mediador? Para ser mediador é preciso aprender com a própria experiência, com o mundo e com os outros[37].

Como o mediador realiza seu ofício na prática? O mediador usa a comunicação mais corporal e não-verbal. Inclusive os silêncios. É essencial trabalhar os não ditos dos sentidos[38].

Qual a linguagem que o mediador utiliza? Utiliza uma linguagem poética, dos afetos, do coração[39].

Na obra de Luis Alberto Warat não se encontra de forma enumerada o rol (possíveis atributos) do mediador de conflitos. Novamente, a partir do artigo escrito por Ferreira e Bertaso, surge um possível catálogo de atributos do mediador que teria sido mencionado por Warat, trazendo entendimentos chaves para a sua mediação: “Facilitar e promover a comunicação; Promover a confiança no procedimento e no mediador; Estabelecer certo comando com as partes; Dirigir o procedimento; Ajudar as partes a identificarem seus interesses e definirem as questões em disputa; Ajudar a geração de opções de mútuo benefício; Ser agente da realidade; Ajudar a conhecer as necessidades do outro; Ajudar a por as fantasias no futuro; Ressaltar o aspecto positivo da negociação; Ajudar a manter viva a negociação[40]”.

A mediação Waratiana traz singular dedicação aos sentimentos. Outras escolas dão foco aos interesses envolvidos no conflito. Warat percebeu de modo atento que muitas coisas em um conflito estão ocultas e que para mediar, assim como para viver, é preciso sentir o sentimento que está oculto[41].

Por este motivo, para ele, o mediador tem que intervir sobre os sentimentos das pessoas, ajudá-las a sentir seus sentimentos[42]. Segundo Warat é recomendável, na presence de um conflito pessoal, intervir sobre si mesmo, transformar-se internamente; então, o conflito se dissolverá (se todas as partes comprometidas fizerem a mesma coisa).

Na mediação garante-se às partes o direito de terem voz, de sentirem e de expressarem uns para os outros os sentimentos envolvidos no conflito. É algo que a burocracia, que envolve o meio tradicional de composição de conflitos (processo judicial), não permite, mas que a mediação waratiana tem como finalidade[43].

A Lei de Mediação diz quais são os direitos mediáveis ou não mediáveis. A este respeito, registre-se o posicionamento divergente de Luis Alberto Warat, para quem são mediáveis apenas “os conflitos de afetos, não as diferenças patrimoniais sem história, sem afetos, nem desejo (elas são transações que podem estar disfarçadas de mediações). Nos casos patrimoniais sem história, se decidem as diferenças, não existe conflito a resolver. Para que algo possa ser mediado, é necessário que uma das partes, pelo menos, tenha um conflito de ódio, amor ou de dor”.[44]

Ou seja, ódio, amor e dor são sentimentos que devem estar presentes para que uma mediação possa acontecer, para que as partes transformem o conflito e se transformem.

Enquanto muitos autores tentam enumerar as ferramentas e habilidades necessárias para exercer o ofício do mediador, para Warat, não basta possuir habilidades e técnicas específicas. Mais que isso, é preciso dominar a difícil tarefa de se integrar emocionalmente com os outros e saber conduzir um procedimento carregado de intensidades[45].

Segundo Warat, “a magia da mediação consiste em entender de gente”[46]. Isso significa dizer que o foco da mediação são as pessoas (os verdadeiros protagonistas), e não as normas ou o procedimento. Portanto, a mediação precisa contar com um ambiente informal, privilegiando a interação entre as partes[47]. Na medida em que avançam as partes, a intervenção dos mediadores diminui[48].

Da obra de Warat é possível extrair, portanto, na esteira do ofício do terapeuta, a importância da escuta ativa. Trata-se de uma categoria importante para a mediação waratiana, que ele prefere denominar de “escuta do sensível” ou “escuta mediadora”[49].

A “escuta do sensível”, segundo o autor, é feita na presença dos corpos em conflito, com a força dos corpos e de todos os procedimentos básicos e vitais que os governam. É necessário um refinamento comunicacional que não se espera dos textos escritos submetidos a outros tempos, releituras e interpretação.

Warat não esclarece as ferramentas que devem ser utilizadas pelo mediador. Outros livros e autores enumeram possíveis ou necessários instrumentos a se valer em uma mediação. A partir de minha leitura particular, a partir da escuta do sensível e da obra waratiana, percebo como possíveis ferramentas silenciosas[50] (que ainda pretendo aprimorar) para ajudar no processo de reconstrução simbólica do conflito:

Escutar: Warat fala da escuta do sensível, que deve ser feita na presença dos corpos e das vozes[51], com atenção aos detalhes. O mediador ajuda na auto-escuta e nas escutas recíprocas[52].

Perguntar: a escuta pode fazer surgir perguntas que façam as partes elaborarem suas pulsões[53].

Silenciar: Warat aponta de forma expressa a necessidade de saber silenciar. A escuta pressupõe o silêncio para que seja qualificada.

Incentivar a reconstrução simbólica do conflito: para que a reconstrução simbólica da relação possa acontecer, precisam surgir opções que considere os critérios de justiça de ambas as partes e que não precise aniquilar o outro[54].

Ser compassivo sem tomar partido: Warat fala em compaixão[55] (sentir-se a partir do outro). Segundo Warat é preciso cultivar qualidades que desenvolvem a compaixão e evitar fatores que a bloqueiam[56]. Como o mediador não decide, não toma partido; quem decide são as partes.

Enfocar no futuro: as partes colocam acento no futuro, renegociando uma troca de promessas[57].

* * *

Ainda há muito que ser descoberto na mediação waratiana. Ao mestre dedico este texto. Convido o leitor a conhecer a obra de Luis Alberto Warat e a se deparar com as suas lições subversivas e apaixonantes, que ora nos guiam e ora nos lançaram ao desconhecido em busca da nossa reserva selvagem de sensibilidade.

 

Juliana Ribeiro Goulart é advogada, mestra em Direito pela UFSC e Mediadora Extrajudicial.


O Justificando não cobra, cobrou, ou pretende cobrar dos seus leitores pelo acesso aos seus conteúdos, mas temos uma equipe e estrutura que precisa de recursos para se manter. Como uma forma de incentivar a produção de conteúdo crítico progressista e agradar o nosso público, nós criamos a Pandora, com cursos mensais por um preço super acessível (R$ 19,90/mês).

Assinando o plano +MaisJustificando, você tem acesso integral aos cursos Pandora e ainda incentiva a nossa redação a continuar fazendo a diferença na cobertura jornalística nacional.

[EU QUERO APOIAR +MaisJustificando]


[1]Disponível em: http://luisalbertowarat.blogspot.com/2008/09/.

[2]GONÇALVES, Jéssica; GOULART, Juliana Ribeiro. Mediação de conflitos: teoria e prática. Florianópolis: EMais, 2018; também em FAGÚNDEZ, Paulo Roney Ávila;GOULART, Juliana Ribeiro; GONÇALVES, Jéssica (org.). Mediação como política pública. Florianópolis: EMais, 2018.

[3]GOULART, Juliana Ribeiro. A concretização do acesso à justiça: a mediação judicial e o reconhecimento do ofício do mediador judicial no Brasil. Dissertação (Mestrado em Direito). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2018. Futuramente, acessível em: https://repositorio.ufsc.br/.

[4]WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis: EMais, 2018 (originalmente: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998).

[5]Portfólio do curso disponível em: http://www.cesusc.edu.br/curso/mediacao-e-sensibilidade-uma-nova-forma-de-resolucao-de-conflitos/.

[6]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 8.

[7]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 66.

[8]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 15.

[9]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 148.

[10]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 43-44.

[11]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 33.

[12] WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 63.

[13]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 58.

[14] WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 61.

[15] EGGER, Ildemar. Cutura da paz e mediação: uma experiência com adolescentes. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 33-130.

[16] FAGÚNDEZ, Paulo Roney Ávila; GOULART, Juliana Ribeiro. O Marco Legal da Mediação no Brasil:Aplicabilidade na Administração Pública. Revista de Formas Consensuais de Solução de Conflitos, Curitiba, v. 2, n. 2, p. 148-164, Jul./Dez. 2016. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/322621384_O_Marco_Legal_da_Mediacao_no_Brasil_Aplicabilidade_na_Administracao_Publica. Acesso em: 03 jan. 2018, p.153.

[17] WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 20042004, p. 114.

[18]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004 p. 200.

[19]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 42.

[20]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 200.

[21]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 41.

[22]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 40.

[23] WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 65.

[24]FERREIRA, Fernanda Busanello; BERTASO, Candice Nunes. A grotesca violação aos direitos humanos na modernidade e a mediação como direito do futuro: in memorium a Luis Alberto Warat. In: FERREIRA, Fernanda Busanello; BANBIRRA, Felipe Magalhães; NETO, Arnaldo Bastos Santos (org.). Reflexões Contemporâneas sobre Filosofia, Constitucionalismo e os Direitos Humanos. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2017, p. 61.

[25]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 210.

[26]FERREIRA, Fernanda Busanello; BERTASO, Candice Nunes. A grotesca violação aos direitos humanos na modernidade e a mediação como direito do futuro: in memorium a Luis Alberto Warat. In: FERREIRA, Fernanda Busanello; BANBIRRA, Felipe Magalhães; NETO, Arnaldo Bastos Santos (org.). Reflexões Contemporâneas sobre Filosofia, Constitucionalismo e os Direitos Humanos. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2017, p. 69.

[27]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 49.

[28] WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 36.

[29]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 58

[30]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 58.

[31]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 40.

[32]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004,p. 45.

[33]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 13-23.

[34]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 18.

[35]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 67.

[36]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 36

[37]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 13

[38]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 39.

[39]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 29.

[40]FERREIRA, Fernanda Busanello; BERTASO, Candice Nunes. A grotesca violação aos direitos humanos na modernidade e a mediação como direito do futuro: in memorium a Luis Alberto Warat. In: FERREIRA, Fernanda Busanello; BANBIRRA, Felipe Magalhães; NETO, Arnaldo Bastos Santos (org.). Reflexões Contemporâneas sobre Filosofia, Constitucionalismo e os Direitos Humanos. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2017, p. 69.

[41]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 26-29.

[42]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 27.

[43]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 124.

[44]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 32.

[45]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 33-39.

[46]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p.36.

[47]GOULART, Juliana Ribeiro. A concretização do acesso à justiça: a mediação judicial e o reconhecimento do ofício do mediador judicial no Brasil. Dissertação (Mestrado em Direito). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2018, p. 76.

[48]ROSA, Alexandre Morais da. Apresentação da obra. In: GONÇALVES, Jéssica; GOULART, Juliana Ribeiro. Mediação de conflitos: teoria e prática. Florianópolis: EMais, 2018, p. 11-13.

[49]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 38.

[50]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 29.

[51]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 34.

[52]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 281.

[53]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 35

[54]WARAT, Luis Alberto. Ecologia, psicanálise e mediação. In: WARAT, Luis Alberto (org.). Em nome do acordo: a mediação no direito. Florianópolis, Buenos Aires: ALMED, 1998, p. 37.

[55]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 201.

[56]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 150

[57]WARAT, Luis Alberto. Surfando na pororoca: o ofício do mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004, p. 24.

Sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Anuncie

Apoiadores
Seja um apoiador

Aproximadamente 1.5 milhões de visualizações mensais e mais de 175 mil curtidas no Facebook.

CONTATO

Justificando Conteúdo Cultural LTDA-EPP

[email protected]

Send this to a friend