Criminólogos nacionais e internacionais se unem pela criação do Instituto Brasileiro de Criminologia Cultural
Quinta-feira, 25 de abril de 2019

Criminólogos nacionais e internacionais se unem pela criação do Instituto Brasileiro de Criminologia Cultural

Ferrel, Hayward, Khaled Jr. e Oxley querem, entre outros pontos, difundir a Criminologia Cultural, seus autores e principais obras no Brasil

Os juristas Salah H. Khaled Jr, Álvaro Oxley da Rocha, Jeff Ferrell e Keith Hayward, com o objetivo fomentar e desenvolver a Criminologia Cultural no Brasil, anunciam a criação do Instituto Brasileiro de Criminologia Cultural.

O Instituto tem por finalidade difundir a Criminologia Cultural, seus autores e principais obras no Brasil; manter grupos de estudos e debates comprometidos com análises sobre a questão criminal brasileira sob a perspectiva da Criminologia Cultural e das demais áreas que com ela possam dialogar; qualificar o debate público sobre o crime e o controle do crime com base nos insights da Criminologia Cultural, o que compreende a circulação de ideias no âmbito do Legislativo, da grande mídia e das diferentes agências que integram o sistema penal; e entre outros pontos, estabelecer contatos e parcerias com outras Instituições afins, que tenham por objetivo o ensino, o estudo e/ou a pesquisa das matérias atinentes à Criminologia Cultural e às ciências criminais.

Entre os membros do Instituto, para além dos fundadores, estão Thayara Castelo Branco, Rubens Casara, Vanessa Chiari, Adilson Moreira, Travis Linnemann, Michelle Brown e Wayne Morrison, além de outros nomes.

A Criminologia Cultural é uma abordagem teórica, metodológica e intervencionista de estudo do crime e do desvio, que coloca a criminalidade e seu controle no contexto da cultura; isto é, considera o crime e as agências e instituições de controle do crime como produtos culturais – como construções criativas. Criminologistas culturais focam incansavelmente na geração contínua de significado em torno da interação: regras criadas, regras quebradas e uma interação constante de empreendedorismo moral, inovação política e transgressão.  

Por isso, a Criminologia Cultural enfrenta questões como produção do crime, direito e sociedade; controle social, justiça social e solidariedade; processos de criminalização; análise dos mecanismos de gestão da conflitualidade penal e políticas públicas correlatas; representação mediada do crime; criminalização cultural; protesto e política do espaço urbano; práticas subculturais de resistência; criminologia cultural verde e denúncia da predação ambiental; o nexo entre a segurança, o policiamento e o controle social, visando a contenção do poder punitivo e a consolidação da justiça social.

Para mais informações, acesse o site: www.criminologiacultural.com.br

 

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