O que está por trás da falsa “ciência da felicidade”
Sexta-feira, 10 de maio de 2019

O que está por trás da falsa “ciência da felicidade”

“Ciência da felicidade”: a positividade tóxica que te sufoca na “good vibes”

Imagem: Tony Robins, famoso coach, “mentor” e palestrante motivacional estadunidense. 

Por Igor Tadeu Camilo Rocha

 

Positividade tóxica, indústria da felicidade e política neoliberal

Os enunciados “você merece ser feliz” ou “você deve ser feliz”, bem como suas infinitas variantes, devem ter sido ouvidas por cada pessoa que lê este texto por algumas incontáveis vezes na vida. “Felicidade”, enquanto ideia e conceito bastante enraizado no senso comum, apela, primeiramente, a uma subjetividade. “Cada um é feliz do seu jeito” e variantes é outro enunciado muito frequente. Daí surge uma contradição: se a ideia de felicidade quase sempre remete ao indivíduo e à subjetividade, como explicar sua onipresença nas mais diversas mídias e produtos, que formam uma espécie de “indústria da felicidade”, com serviços como o coaching e os livros da autoajuda? O fato é que “felicidade” possui, enquanto ideia, dimensão social, além de ser culturalmente construída, tendo uma dimensão objetiva importante. Possui, inclusive, uma coloração política.

Um exemplo de estudo que aponta pra isso está na síntese clássica sobre o Iluminismo feita no início do século passado por Paul Hazard. A ideia secularizada de felicidade, segundo o autor, esteve fortemente associada ao otimismo e crença no progresso contínuo da humanidade que marcaram a “crise no pensamento europeu”, na virada dos séculos XVII para o XVIII [1]. A felicidade iluminista, que segundo Rogelio Blanco Martínez era uma consequência direta do processo ideológico secularizador iniciado no Renascimento (e que ganhou outra dimensão com a Revolução Científica), rompeu com o providencialismo religioso e inaugurou um verdadeiro culto às realizações humanas, individuais e coletivas – sendo uma inteiramente conectada a outra em nossa vida em sociedade –, sempre pautada pelos avanços da razão e da ciência, e também pela superação do fanatismo, do obscurantismo e de dogmas que limitassem a ação dos seres humanos [2].

Diante disso, é de esperar que estudos sobre o viés político da ideia de felicidade existam para refletir sobre temas contemporâneos. É o caso do livro Happycracia. Cómo la ciencia y la industria de la felicidad controlan nuestras vida (2019), escrito pela socióloga israelense Eva Illouz e pelo psicólogo espanhol Edgar Cabanas. Seu argumento é de que, basicamente, as sociedades atuais vivem sob uma ideia ambivalente de felicidade, sempre mensurável e materializável pelo consumo: ela está ao alcance de todos que a possam comprar, mas ao mesmo tempo ela é inacessível e inalcançável na sua totalidade e, por isso, causa frustração na medida que os meios para a adquirir também são colocados como produto do esforço individual – a meritocracia.

Essa “felicidade”, segundo os autores, engloba uma narrativa política e de controle social por meio de um convencimento bastante complexo de se recusar. Ela está num discurso que oferece respostas fáceis a problemas extremamente complexos, e que não possuem quaisquer garantias de sucesso, mas são repletas de promessas de êxito ainda que dentro de realidades das mais áridas e austeras. Tal felicidade neoliberal se faz onipresente na medida em que sustenta uma indústria de autoajuda que perpassa todas as instâncias da vida, dos âmbitos mais pessoais até questões estruturais da sociedade (convenientemente silenciadas e postas na dimensão individual), como o desemprego, a precariedade das relações de trabalho, entre outros.  A reflexão deste artigo se dará, em grande parte, em torno da entrevista dada por Edgar Cabanas a respeito do livro, no periódico Tiempo Argentino

 

Ideologia do empreendedorismo: o indivíduo é culpado por ser pobre

Cabanas define o marketing do empreendedorismo como parte de um conjunto maior que forma o filão de uma “psicologia positiva”. Esta psicologia, que é conceito explicado por Cabanas em entrevista ao jornal catalão El Nacional, faz parte de um movimento que surgiu na academia, tributária da obra de Martin Selingman, com repercussões em âmbitos diversos, como a educação e mundo empresarial, que tem íntima relação com uma “indústria da felicidade”. Essa psicologia positiva é tratada pelo autor como, se não uma pseudociência, pelo menos é uma ciência com graves problemas teóricos e epistemológicos, além de ter claras, ainda que veladas, raízes ideológicas, como um etnocentrismo intrínseco. A psicologia positiva engloba o que seria uma “ciência da felicidade”, oferecendo chaves sobre como pessoas comuns ficariam mais felizes e satisfeitas em suas vidas. É bastante comum encontrar nas mais diversas mídias vários conteúdos como Técnicas e Exercícios Para Mudar Sua Vida, as respostas científicas sobre a pergunta humana mais importante, bem como um filão de incontáveis livros ou palestras no YouTube de temática similar, associados à psicologia positiva.

Se, a princípio, não haveria problemas em se estudar e divulgar resultados sobre como pessoas poderiam se tornar mais felizes, a forma como isso é feito é duramente criticada por Cabanas. Segundo ele, além de a psicologia positiva ser demasiado centrada no indivíduo, ela, muitas vezes, com linguagem cientifica ou cientifizante, se baseia em oferecer soluções simples e fáceis a problemas complexos, sempre de maneira muito pessoal. Todas as respostas para tudo estão ao alcance de quem as quiser procurar (e comprar). Assim, ela constrói um sistema racional que empodera o indivíduo, dando-lhe a sensação confortável de controle absoluto do real. Porém, esse empoderamento individual é feito em cima de uma narrativa que apaga, convenientemente, os inconvenientes estruturais que balançariam essa estrutura. Dito de outra forma, o mesmo discurso que convence o indivíduo de que permanecer em seu emprego e ganhar promoções e reconhecimento dependem única e exclusivamente de seu esforço, silencia o fato de que a precarização das relações trabalhistas o coloca constantemente sob o risco de uma demissão ou desvalorização a despeito da superação ou competência demonstrados.

Assim, tal “indústria da felicidade” ou “felicidade neoliberal” baseia-se no convencimento do indivíduo de que seus êxitos dependem exclusivamente dele, de que um bom cidadão seria sempre aquele que empreende, por sua conta e risco, a gerar alguma atividade econômica lucrativa de sucesso. Por outro lado, seus fracassos também são dependentes somente de si, causados pela falta de sua “atitude positiva” ou “proatividade”. Tudo isso em conjunto responde, como diz Cabanas, a uma lógica neoliberal de organização social. Isso se faz ver de maneira clara no discurso do chamado empreendedorismo, palavra que, apesar de sua polissemia, tornou-se lugar comum de um vocabulário político-econômico e sociológico liberal.

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Dialogando com autores liberais, sobretudo do século XX, Geruza Tomé Sabino define que o termo empreendedorismo, hoje, engloba uma visão de sociedade na qual as pessoas tomam para si, de maneira individual, os complexos problemas estruturais criados socialmente. Por meio de inovações ou alternativas construídas no âmbito da livre iniciativa privada, as pessoas são obrigadas a resolverem ou até eliminarem os entraves ao desenvolvimento e crescimento econômico do país. A rigor, isso significa que cada um seria responsável pela sua inserção produtiva no mercado capitalista, “autoempregando-se” e/ou gerando postos de trabalhos [3].

Casos recentes, como o famoso Bettina/Empiricus, de grande repercussão, trazem ao debate público um questionamento sobre como a venda de ideias e fórmulas como a de “conseguir o primeiro milhão” se tornaram atraentes e sedutoras. Mais que isso, é discutível como esse tipo de apelo para o sucesso material alcançável por esforço próprio, comumente, não leva em consideração questões como a desigualdade social, ou que nem todas as pessoas partem das mesmas condições para tal sucesso, ou ainda que a própria lógica capitalista, em termos práticos, impossibilita que todos tenham igual sucesso material – para um ganhar, outro precisaria perder, dito de outro modo. O que fracassa não é o negócio, é o empreendedor, é o título de artigo da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, na qual questões como “incapacidade de admitir seus erros”, de “aprender” ou de “ler pessoas” são apontados como elementos chave para que empresas fechem precocemente. Junto com isso, são comuns a venda e divulgação narrativas de casos de sucesso, listas de características como sinais de que você nasceu para ter um negócio próprio” ou fórmulas – completamente sem garantias – de êxito profissional.

Como Erika Valentim e Juliana Peruzzo analisam, o empreendedorismo, tomado por essa chave ideológica neoliberal, oculta diversas contradições na relação capital-trabalho, tendo funcionalidade na manutenção do status quo dentro de um contexto de crescente desemprego estrutural, como no caso brasileiro. Vende-se a ideia de um indivíduo acima da classe, que além de qualificado, necessita dispor de um conjunto de competências como o “otimismo”, “flexibilidade”, “resiliência”, “proatividade”, “persistência”, “iniciativa”, entre outras, responsáveis pelo seu sucesso ou fracasso econômico [4]. O resultado disso é que na medida em que a realidade se choca com um número incontável de promessas de realização e felicidade no campo material, é um mal estar geral, relacionado com a frustração em não se alcançar tais promessas do capitalismo contemporâneo, que divide o mundo em vencedores e perdedores. Trata-se de um estado de mal-estar social, onde a seguridade social é desmontada, os sonhos da ideologia empreendedora não se realizam, enquanto as opções misantrópicas e negacionistas para um escapismo da realidade se multiplicam [5].

 

Felicidade pessoal: bem de consumo e sinal de sucesso econômico

Usando termo que Cabanas utiliza nas duas entrevistas, vemos o surgimento de uma “sociedade hipocondríaca”. De um lado, existe uma sociedade obsessiva pela felicidade, impelida a pensar que qualquer sentimento ou emoção negativos são resultados de falhas individuais e precisam, de preferência rapidamente, serem “curados”. Por outro, se ser feliz é um signo de sucesso, esse estado nunca é encontrado de maneira plena, surgindo a necessidade de ser procurado constantemente, sempre buscando-se algo a mais do que existe agora. Se a ideologia empreendedora traz tal lógica isso para a vida material e profissional como um todo, o sucesso constante da literatura de autoajuda mostra que essa positividade autocentrada e individualista das soluções simples para problemas complexos permeia os mais variados campos da vida humana.

Um exemplo disso, citado por Cabana, se refere a aplicação da psicologia positiva na educação. Na já citada entrevista no El Nacional, o autor diz que o grande problema está quando se coloca como objetivo de a educação ensinar os alunos a serem mais felizes, sem pensar no tipo de cidadãos que se quer criar. Nas suas palavras, esse modelo forma pessoas que ao invés de serem preparadas para conhecer o mundo, o são para conhecer a si mesmas. Forma-se um discurso com uma lógica intrinsecamente empresarial, na qual os jovens são formados para “se vender”, ou, no caso, buscarem permanentemente um invólucro de qualidades que se apresentam como positivas ao seu entorno, permeando suas relações pessoais e profissionais. Além disso, partindo do pressuposto de que “conhecer o mundo pode implicar sofrer”, sobretudo por outras pessoas, cria-se gerações de jovens infantilizados, educados numa perspectiva de que frustrações e decepções são quase patológicas. Isso impacta direto em sua autonomia como indivíduos e cidadãos, forçando casa vez mais a uma dependência permanente de produtos – que vão de remédios a terapias, passando por comunidades como as que existem nos famdoms de influencers digitais, fóruns virtuais e outros – que oferecem as mesmas respostas e soluções fáceis a questões existenciais, contextuais ou estruturais, e que suas soluções são, no mínimo, muito complexas. Normaliza-se, assim, a dependência desse tipo de produto. O quadro se assemelha com o problema discutido por Eliane Brum, em artigo de 2011, intitulado Meu filho, você não merece nada.

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Sentir-se permanentemente bem, viver somente experiências positivas e buscar sempre um bem-estar superior ao do agora de maneira obrigatória aparece em múltiplos âmbitos. A literatura de autoajuda, por exemplo, tornou-se uma grande fonte da defesa de que o indivíduo não é somente o responsável por seus problemas, como também a fonte de suas soluções. Eva Illouz afirma que a narrativa do eu, da autorrealização e do enquadramento nos modelos de normalidade se tornaram o foco desse segmento literário. Ele faz parte de um processo, crescente nas sociedades capitalistas, no qual se busca cada vez mais a mensuração das relações humanas, baseando-se muitas vezes em dados estatísticos para estabelecer relações entre os acontecimentos. Isso deu voz a um “discurso terapêutico”, marcado pela utilização – com propriedade ou não – de termos científicos objetivando-se levar a um trabalho bastante pragmático de autoaperfeiçoamento por iniciativa dos indivíduos, colocando a autorrealização no centro de uma narrativa individualista, transformando uma enormidade de comportamentos humanos em “sintomas” [6].

Os exemplos da aplicação disso são diversos. O filão da autoajuda sobre relacionamentos conjugais, por exemplo, é um dos mais visitados. Foram, inclusive, objeto de estudos de Arci Gardênia Alves Santos e Eduardo Leal Cunha, que concluíram que temas e conteúdos narrativos apresentados nesse tipo de literatura – analisaram capas da revista Veja, sobre o assunto – corroboram com a ideia  de que eles estão articulados com uma visão específica de homem, vinculados com a objetividade e o individualismo. Tais textos, além de serem centrados na busca individual pela resolução de problemas, ainda se caracterizam por passar chaves objetivas de o executar [7]. Por essa mesma chave, multiplicam-se também livros desse gênero a respeito de inúmeros temas relacionados ao sexo, ou publicações noutras mídias, com a mesma estrutura descrita acima, de temas relacionados a algum tipo de insegurança sexual. Por exemplo, o vídeo do canal Psicologia Positiva, ensinando um passo a passo sobre como parar de se masturbar

Engana-se, todavia, quem pensa que tais narrativas se resumem à autoajuda. O texto provocativo feito por Ademir Luiz à Revista Bula, “A era dos intelectuais Nutella, é incisivo nesse aspecto: “O suprassumo da representação que podemos desejar da ‘inteligência coletiva’ brasileira contemporânea seria uma reunião de Karnal, Cortella, Barros Filho e Pondé no programa Encontro com Fátima Bernardes”, frase central do texto, aponta para a questão de que o falar de maneira a agradar o ego ou apontar soluções simples a problemas complexos de uma maneira tanto prescritiva quanto vaga tem substituído a figura do intelectual. Sobretudo, quando leva-se em conta a função tradicional destes enquanto críticos ao establishment.

A felicidade fetichizada, materializada e transformada em produto de uma indústria que oferece soluções simples para tudo também assumem dimensão política. Paulo Augusto André Balthazar apresentou uma reflexão interessantíssima nesse sentido em artigo publicado no Le Monde Diplomatique, intitulado “Populismo de direita e carnavalização da política: O popular em meio a distopia. Tomando as reflexões que o autor faz, é possível entender um processo que conecta figuras como Bolsonaro, Salvini, Zelenskiy (humorista eleito presidente da Ucrânia), Trump e muitos outros pela chave da carnavalização da política, que aproxima o debate político do entretenimento. A linguagem dessas figuras atrai um determinado público por meio de promesas de soluções fáceis, verbalizadas de maneira performática, para problemas difíceis. Além disso, se valem fortemente do uso de mídias sociais, trazendo o indivíduo, suas demandas e narrativas indivualizantes e parcamente conectadas a uma participação ativa (ou à encenação de uma) nos espaços de decisão, sem organizações e mediações próprias e tradicionais de uma democracia liberal.

 

O que fazer diante disso?

Não há qualquer coisa que se assemelhe a alguma resposta fácil. A intenção aqui não é dar a solução fácil a um problema difícil, dado que tudo isso acima discutido se relaciona com o cerne de uma organização social neoliberal, hegemônica nos dias atuais. Talvez a discussão que surgiu em matéria de Stuart Dunn, no Medium, sobre a “positividade tóxica”, ofereça um arcabouço ainda que mínimo para identificarmos aspectos que estão por detrás de muitos problemas sociais acima descritos. Ele define a positividade tóxica como a pressão social que todos sentem para estar e permanecer num estado mental no qual somente emoções “positivas” são sentidas. Ela define um estado ideal no qual estar com algum problema não é aceitável, e estar bem quanto a algo também obriga o indivíduo a permanentemente buscar um estado ainda melhor que o atual – sempre por chavões como “sair de uma zona de conforto” ou similares. Encontrar formas de se combater isso urge nos tempos atuais. Mais ainda, é importante entender a dimensão coletiva e estrutural que perpassa frustrações e problemas dos mais íntimos e pessoais, nunca as reduzindo ao individualismo.

 

Igor Tadeu Camilo Rocha é doutorando em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em História pela Universidade Federal de Minas Gerais.

 

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Notas:

[1] HAZARD, Paul. La pensée européenne au XVIIIe siècle. De Montesquieu à Lessing. Librairie Arthème Fayard, Paris, 1979. 1e édition: Boivin et Cie, Paris, 1946. p.23-33.
[2] BLANCO MARTINEZ, Rogelio. La Ilustración em Europa y em España. Ensayo. Ediciones Endymion. Madrid, 1999. p. 83-86.
[3] SABINO, Geruza de Fátima Tomé. Empreendedorismo: reflexões críticas sobre o conceito no Brasil. Anais do Seminário do Trabalho, v. 7, p. 1-16, 2010. p. 5.
[4] VALENTIM, Erika Cordeiro Rêgo Barros; PERUZZO, Juliane Feix. A ideologia empreendedora: ocultamento da questão de classe e sua funcionalidade ao capital. Temporalis, Brasília (DF), ano 17, n. 34, (p. 101-126) jul./dez. 2017. p. 118.
[5] A exemplo do que retrata matéria da Folha de São Paulo. BERAN, Dale. “Trump, os nerds do 4chan e a nova direita dos Estados Unidos”Folha de S.Paulo, 19 mar. 2017; Ou ainda, no caso brasileiro, artigo do site Papo de Homem. FEOLA, Gabriella. Você vai morrer virgem? Como os chans afetam a autoestima e a masculinidade dos homens. Papo de Homem, 05 abr. 2019.
[6] ILLOUZ, Eva. O amor em tempos de capitalismo. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2011.
[7] SANTOS, Arci Gardênia Alves Santos; CUNHA, Eduardo Leal. O discurso de autoajuda em uma revista semanal de informação. Psicologia & Sociedade. 27 (3), 689-699.
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