Seminário Internacional gratuito “Resistência das familiares: o sofrimento à luta pelo fim das prisões”
Quinta-feira, 4 de julho de 2019

Seminário Internacional gratuito “Resistência das familiares: o sofrimento à luta pelo fim das prisões”

Evento gratuito será realizado pela Amparar entre os dias 4 e 5 de julho, na Faculdade de Direito da USP

 


A Associação de Familiares e Amigos de Presos e Presas (Amparar) realiza entre os dias 4 e 5 de julho o seu 1º Seminário Internacional. Com o tema, “Resistência das familiares: do sofrimento à luta pelo fim das prisões,” o evento será realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

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Com o apoio de IBCCRIM,  Conectas, Frente Estadual pelo Desencarceramento-SP, Fundo Brasil de Direitos Humanos, IBCCRIM, ITTC, NESC, Pastoral Carcerária Nacional, Kilombagem e SAJU Cárcere, o evento receberá representantes de organizações de familiares de pessoas presas de Argentina, Brasil e Estados Unidos.

 

A proposta é partilhar experiências organizativas e o acúmulo prático e teórico que construíram ao longo de anos no sistema prisional, aproveitando a colaboração de parceiros do campo jurídico e dos direitos humanos. 

 

Para além do tecnicismo acadêmico, o 1º Seminário Internacional da Amparar colocará em evidência como as familiares, com luto e sofrimento, mas também com solidariedade e resiliência, forjaram suas armas políticas para enfrentar a realidade do sistema prisional.   

 

Temas como “as políticas penais de extermínio”, “guerra às drogas”, “mercantilização da pena” e a propagandeada política de “tolerância zero” serão objeto de análise durante os dois dias de atividade.

 

“Dos centros do capitalismo global partem as diretrizes mais sofisticadas dessa política, mas é a periferia desse sistema que fornece o insumo humano que mantém acesas as caldeiras da indústria do encarceramento em massa. Basta olhar com atenção e veremos que as populações que enchem as prisões do Norte são as mesmas que abarrotam os calabouços do Sul: descendentes dos povos da diáspora africana e das populações nativas do continente, aos quais se juntam massas crescentes de excluídos de uma sociedade de mercado instável e darwinista. Gueto, favela, quebrada, cadeia e rua cada vez mais tornam-se, em qualquer idioma, termos intercambiáveis que designam os mesmos territórios onde esses sujeitos vivem expostos à morte”, afirma o texto de divulgação da atividade.

 

Serviço: 

Resistência das familiares: do sofrimento à luta pelo fim das prisões

Quando: 4 e 5 de julho

Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

Inscrições e Programação: 

https://www.facebook.com/events/398435847426849/ 

Quinta-feira, 4 de julho de 2019
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